POLITICA DE PRIVACIDADE
TERMOS E CONDIÇÕES

A página da PROLogin, Lda na Internet tem por objectivo facilitar o conhecimento da Empresa, dos seus valores fundamentais e dos serviços prestados. A recolha de dados pessoais converteu-se num elemento comum nas estratégias das empresas presentes na Internet. Por isso, muitos utilizadores estão relutantes quando lhe são solicitados os seus dados pessoais ou profissionais sem saberem quais os fins a que se destinam.

A PROLogin, Lda solicita pouca informação aos Utilizadores da sua página. Em qualquer caso, destina-se, exclusivamente, a fins profissionais.
A informação recolhida é básica: nome, e-mail, empresa, assunto e mensagem.
Contudo, a simples visita à nossa página não implica o registo de qualquer dado.
Isso só acontece quando o Utilizador pretende ter acesso a áreas específicas da página: envio de sugestões ou pedidos de orçamentos, etc.

Todas as informações recolhidas serão registadas numa base de dados que é propriedade da PROLogin, Lda e se destina ao seu uso exclusivo. Em caso algum a PROLogin, Lda cederá ou venderá a outras entidades as informações recolhidas. A PROLogin, Lda garante que a recolha de informações será sempre feita com o prévio e livre consentimento do Utilizador.

A PROLogin, Lda não pode, contudo, ser responsabilizada pelo acesso ilegítimo a estas informações.

Informações recolhidas a nivel de "cookies" informam estatisticas do site da PROLogin, com ferramentas utilizadas pela google Analitycs.

 

O que são cookies?

Cookies são ficheiros que contêm pequenas porções de informação que é descarregada no browser utilizado no acesso a um qualquer website que visite.
Têm como principal objetivo o reconhecimento do utilizador nas suas visitas ao website e respetivos parâmetros de configuração e o consequente estabelecimento de sessões seguras e privadas, bem como a devida prevenção de qualquer tentativa de acesso não autorizado e a adequada proteção de dados nos termos legalmente exigidos.

A utilização de cookies na internet é usual e em nada prejudica os computadores e demais equipamentos de acesso web dos utilizadores.

Privacidade do Google Analytics

Política de Privacidade da Google

 

 

O responsável pelo tratamento dos dados é a PROLogin., entidade perante a qual, poderá exercer os seus direitos na qualidade de titular dos dados, incluindo o direito de retirar o consentimento para o tratamento dos dados a qualquer momento.

Quando acede ao nosso site, recolhemos as informações que preencher no formulário de contacto do mesmo. Reunimos esta informação para que possamos processar o seu pedido e administrar eficientemente eventuais contactos.

Para o efeito, informamos que:

- O responsável pelo tratamento é a PROLOGIN LDA., que poderá contactar através do número 214 261 699 e do e-mail Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.;

- Os dados recolhidos no formulário de contacto têm como finalidade permitir que a n/ empresa responda ao seu pedido de contacto;

- O fundamento jurídico para o tratamento dos dados pessoais reside na alínea a) do n.º 1 do artigo 6.º do Regulamento (UE) 2016/679 do Parlamento Europeu e do Conselho, ou seja, no consentimento do titular dos dados;

- Os dados pessoais recolhidos não serão comunicados, divulgados ou transferidos para quaisquer entidades ou pessoas terceiras à PROLOGIN LDA;

- Os dados pessoais serão conservados pelo prazo necessário à resposta ao seu pedido de contacto. Os dados serão apagados se, na sequência do pedido de contacto e da resposta apresentada pela PROLOGIN LDA, a sua empresa não der seguimento às informações prestadas e não se estabelecer qualquer relação comercial entre as partes;

- Os titulares dos dados dispõem do direito de solicitar acesso aos seus dados pessoais, bem como do direito à sua retificação ou apagamento, do direito à limitação do tratamento, do direito de retirar o consentimento, em qualquer altura, sem comprometer a licitude do tratamento efetuado com base no consentimento previamente dado, bem como, do direito à portabilidade dos dados e do direito de apresentar reclamação à Comissão Nacional de Proteção de Dados;

- Os direitos referidos no ponto anterior, relativos às obrigações do responsável pelo tratamento dos dados, poderão ser exercidos mediante comunicação a realizar por escrito para o e-mail Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.;

Os dados pessoais que preencher nos formulários deverão encontrar-se corretos e ser exatos, sob pena de não ser possível cumprir as finalidades que determinaram a sua recolha, sendo que, ao nos indicar os dados pessoais entendemos que é o(a) próprio titular dos mesmos.

 

"O REGULAMENTO GERAL DE PROTECÇÃO DADOS"

 

O Regulamento (UE) 2016/679 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 27 de Abril de 2016, relativo à proteção das pessoas singulares no que diz respeito ao tratamento de dados pessoais e à livre circulação desses dados e que revoga a Diretiva 95/46/CE, em diante designado por Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados, poderá ser considerado com o início de uma verdadeira Revolução Copernicana no mundo da proteção de dados.

Se no anterior sistema da Diretiva e de acordo com as soluções adotadas pelo legislador nacional, consagradas na Lei n.º 67/98, de 26 de Outubro, os responsáveis pelo tratamento agiam sob o conforto das notificações, autorizações ou pareceres emitidos pela Comissão Nacional de Proteção de Dados, agora serão os responsáveis pelo tratamento que terão que assumir as vestes da autoridade de controlo e avaliar a licitude dos tratamentos de dados pessoais, assim como, o cumprimento dos demais requisitos consagrados no Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados.

Como tal, a segurança para os responsáveis pelo tratamento que as notificações e autorizações prévias da Comissão Nacional de Proteção de Dados representavam deixará de existir relativamente aos novos tratamentos de dados.

O Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados veio impor às empresas e entidades públicas a obrigatoriedade de implementação de um conjunto de práticas que visam reforçar o ónus de verificação e demonstração do cumprimento das regras de proteção de dados pessoais.

O princípio da autorresponsabilização ergue-se como um dos principais fatores de mudança impostos pelo Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados.

Neste contexto de accountability, os princípios e regras consagrados no Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados implicam para muitas empresas uma adaptação e mudança de procedimentos que se revela, em muitos casos, intimidante.

Desde a necessidade de assegurar o pleno cumprimento das regras de transparência e informação, as quais assumem uma importância acrescida na nova regulamentação; à necessidade de criar condições para um exercício efetivo e pleno dos direitos dos titulares; à nomeação de um data protection officer (DPO), quando exigível; à necessidade de realização de avaliações de impacto sobre a proteção de dados; à implementação do registo das atividades de tratamento, quando obrigatório; às regras relacionadas com as transferências transfronteiriças de dados; entre inúmeras obrigações relacionadas com a segurança da informação, em paralelo com o reforço das obrigações dos subcontratantes e de uma necessidade exaustiva de regulamentação e controlo das relações entre responsáveis pelo tratamento e subcontratantes é fácil perder o rumo nesta amálgama de novas regras, que exigem uma abordagem verdadeiramente multidisciplinar.

A possibilidade de aplicação de coimas de elevado montante e as implicações que eventuais violações de dados pessoais terão na própria reputação das empresas, deverá conduzir a uma plena integração das matérias relacionadas com a proteção de dados pessoais no governo de todas as empresas.

A aplicabilidade do Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados, a partir do dia 25 de Maio de 2018, irá tornar efetiva a supervisão e fiscalização a realizar pela Comissão Nacional de Proteção de Dados, no âmbito da nova regulamentação, assim como, a possibilidade de apresentação de reclamações e ações judiciais pelos titulares dos dados em virtude do incumprimento pelos responsáveis pelo tratamento ou subcontratantes do Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados.

Como tal, todas as empresas e entidades públicas terão que adaptar, sob diversos prismas, as suas práticas, visando assegurar, desde a conceção e por defeito, uma aplicação eficaz dos princípios da proteção de dados, o cumprimento das regras do Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados e a proteção dos direitos dos titulares dos dados.

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