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	<description>Sistemas de Segurança Informática</description>
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		<title>IT Security Summit: “As responsabilidades da NIS2 visam promover uma cultura de gestão de risco robusta e mais resiliente”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marketing Webdesign]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 21:12:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cibersegurança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A IT Security Summit voltou ao norte do país, mais concretamente a Vila Nova de Gaia, para abordar os principais temas da cibersegurança e de compliance e teve Lino Santos, Coordenador do Centro Nacional de Cibersegurança, como keynote de abertura. O Tivoli Kopke Porto Gaia recebeu esta terça-feira a&#160;segunda edição&#160;da&#160;IT Security Summit,&#160;evento de cibersegurança&#160;organizado pela&#160;IT [&#8230;]</p>
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<p>A IT Security Summit voltou ao norte do país, mais concretamente a Vila Nova de Gaia, para abordar os principais temas da cibersegurança e de compliance e teve Lino Santos, Coordenador do Centro Nacional de Cibersegurança, como keynote de abertura.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://prologin.pt/wp-content/uploads/2026/04/1140x641_e0d8dd86c4162e8ff2a6fbde4ef2c149-1024x576.webp" alt="" class="wp-image-7793" srcset="https://prologin.pt/wp-content/uploads/2026/04/1140x641_e0d8dd86c4162e8ff2a6fbde4ef2c149-1024x576.webp 1024w, https://prologin.pt/wp-content/uploads/2026/04/1140x641_e0d8dd86c4162e8ff2a6fbde4ef2c149-300x169.webp 300w, https://prologin.pt/wp-content/uploads/2026/04/1140x641_e0d8dd86c4162e8ff2a6fbde4ef2c149-768x432.webp 768w, https://prologin.pt/wp-content/uploads/2026/04/1140x641_e0d8dd86c4162e8ff2a6fbde4ef2c149.webp 1140w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>O Tivoli Kopke Porto Gaia recebeu esta terça-feira a&nbsp;<strong>segunda edição</strong>&nbsp;da&nbsp;<strong>IT Security Summit</strong>,&nbsp;<strong>evento de cibersegurança</strong>&nbsp;organizado pela&nbsp;<strong>IT Security&nbsp;</strong>para a&nbsp;<strong>zona</strong>&nbsp;norte do país. O evento afirma-se como um momento-chave para a atualização e debate dos principais temas do ecossistema de cibersegurança, risco e compliance.</p>



<p>A IT Security Summit 2026,&nbsp;<strong>esgotado há mais de um mês</strong>, contou com perto de 300 espetadores, 42 oradores, 22 sessões e 32 parceiros.</p>



<p><strong>Lino Santos</strong>, Coordenador do Centro Nacional de Cibersegurança (CNCS), realizou o keynote de abertura. “<strong><em>A NIS2 foi transposta… e agora?</em></strong>” foi o tema da sessão que deu o mote para o evento.</p>



<p>O Coordenador do CNCS relembrou que o objetivo da diretiva é obter “<em>um elevado nível comum de cibersegurança na União Europeia, com vista a melhorar o funcionamento do mercado interno</em>” e que as palavras-chave do processo de transposição foram “<em>mais resiliência</em>” e “<em>mais prevenção</em>”.</p>



<p>A transposição da NIS2 tem três peças essenciais que todas as entidades devem conhecer. A Diretiva NIS2 define o que tem de ser cumprido, enquanto o Regime Jurídico da Cibersegurança (RJC), aprovado em anexo ao Decreto-Lei n.º125/2025 de 4 de dezembro, define como o mesmo se aplica em Portugal. Por fim, o Regulamento do Jurídico da Cibersegurança explica como tudo vai funcionar na prática.</p>



<p>O Regime Jurídico de Cibersegurança produz efeitos a partir do dia 3 de abril de 2026 e as entidades abrangidas pelo novo Regime são responsáveis por assegurar a segurança das suas redes e sistemas de informação. “<em>Estas responsabilidades visam promover uma cultura de gestão de risco robusta e mais resiliente face às ciberameaças</em>”, diz.</p>



<p>Lino Santos partilhou que um dos pilares do novo enquadramento jurídico é o procedimento de qualificação das entidades, “<em>mas só quando a plataforma eletrónica for lançada</em>”. Esta plataforma é essencial para “<em>a autoidentificação, registo, comunicação e notificações, inclusive notificações de incidentes</em>” e vai depender das regras que vierem a ser definidas no Regulamento do Regime Jurídico da Cibersegurança, cujo&nbsp;<a href="https://www.itsecurity.pt/news/compliance/aberta-consulta-publica-do-regulamento-de-ciberseguranca" target="_blank" rel="noreferrer noopener">projeto está em consulta pública até 22 de abril de 2026</a>.</p>



<p>Assim, 30 dias após a publicação do regulamento, as entidades que iniciem atividade depois da entrada em vigor do RJC têm de fazer a identificação na plataforma MyCiber. Para as entidades que tenham iniciado atividade antes da entrada em vigor do RJC e aquando da disponibilização da plataforma, esse prazo passa para 60 dias.</p>



<p>30 dias depois, há o prazo para notificação da qualificação pela autoridade de cibersegurança competente, que pode ser o CNCS, a ANACOM ou o Gabinete Nacional de Segurança, e 20 dias tem de ser feita a comunicação do responsável de cibersegurança e do ponto de contacto permanente na plataforma MyCiber, a contar da data de notificação prevista no n.º5 do artigo 8.º do RJC.</p>



<p>O Centro Nacional de Cibersegurança lançou, também, um simulador de apoio às entidades. Esta é uma ferramenta não vinculativa que permite às entidades testar a avaliação do âmbito de aplicação do Decreto-Lei n.º125/2025. O simulador não abrange, no entanto, os critérios de âmbito previstos em algumas alíneas do Decreto-lei e o resultado apresentado é meramente indicativo e não dispensa o registo das entidades que se inicia após a publicação do regulamento.</p>



<p>Por fim, a plataforma eletrónica MyCiber só vai estar integralmente disponível após a publicação do Regulamento que vai definir as suas regras de funcionamento. O objetivo é assegurar a gestão do ecossistema de cibersegurança nacional no que diz respeito ao cumprimento de obrigações e notificação de incidentes.</p>



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